Posts de Novembro, 2005

Estereótipos

Novembro 29, 2005
Todos nós acabamos vítimas dos estereótipos*, é difícil não se deixar seduzir pela prática de rotular, de se deixar levar pelo apelo maciço da mídia que vive fazendo associações de comportamentos.

Se eu digo: cantor de rap. Qual foi a primeira imagem que você formou? Você lembrou de um dos mais famosos american rappers, do Eminem, foi isso? Não? Por quê?

Qual sua impressão sobre o comportamento do homem? Qualquer que seja a sua resposta ela se constituirá num estereótipo. Não há como se ter uma determinada impressão sem avaliar o comportamento de alguém em particular, atribuir a alguém um comportamente daquele que se supõe seja a “média de um grupo” é injusto, a avaliação sempre é estereotipada.

*Estereótipo é um conjunto de características presumidamente partilhadas por todos os membros de uma categoria social. É um esquema simplista que não se baseia necessariamente em experiência direta; envolve praticamente qualquer aspecto distintivo de uma pessoa – idade, raça, sexo, profissão, grupo social, etc. Quando a primeira impressão sobre uma pessoa é orientada por um estereótipo, ela passa a ser “enquadrada” dentro de todas as características de comportamento presumidas para o seu grupo.

Estereótipos

Novembro 29, 2005

Perdas e Ganhos – 29/11/2005

Todos nós acabamos vítimas dos estereótipos*, é difícil não se deixar seduzir pela prática de rotular, de se deixar levar pelo apelo maciço da mídia que vive fazendo associações de comportamentos.

Se eu digo: cantor de rap. Qual foi a primeira imagem que você formou? Você lembrou de um dos mais famosos american rappers, do Eminem, foi isso? Não? Por quê?

Qual sua impressão sobre o comportamento do homem? Qualquer que seja a sua resposta ela se constituirá num estereótipo. Não há como se ter uma determinada impressão sem avaliar o comportamento de alguém em particular, atribuir a alguém um comportamente daquele que se supõe seja a “média de um grupo” é injusto, a avaliação sempre é estereotipada.

*Estereótipo é um conjunto de características presumidamente partilhadas por todos os membros de uma categoria social. É um esquema simplista que não se baseia necessariamente em experiência direta; envolve praticamente qualquer aspecto distintivo de uma pessoa – idade, raça, sexo, profissão, grupo social, etc. Quando a primeira impressão sobre uma pessoa é orientada por um estereótipo, ela passa a ser “enquadrada” dentro de todas as características de comportamento presumidas para o seu grupo.

Formas de Reescrever a História

Novembro 29, 2005
A coisa funciona mais ou menos assim: Você foi uma das testemunhas de um determinado momento histórico, não ficou sabendo simplesmente “por ouvir dizer”. Como qualquer testemunha, processa os dados de que tem conhecimento e forma um juízo de valor sobre os fatos, faz o seu registro histórico dos fatos.

De repente, você começa a ler que “aquilo que você viveu não foi do jeito que você viveu”, ou seja, você viu, mas parece que, afinal, não viu, ou foi uma ilusão, ou passou alguns anos alcoolizado, porque agora a história que você lê já é outra, está totalmente diferente, a história mudou (?).

A este fenômeno se chama “reescrever a história”. Um distânciamento entre a história fática – como ela foi vivida -, e a “história oficial”, ou a nova versão da história que vai sendo contada e recontada até que se torne a “única história” crível. Tanto maior é a possibilidade de que isso dê certo, quanto maior o grau de envolvimento daqueles que passam a contar esta nova história.

Um dia em continuo nesse assunto…

Bom Dia!

Novembro 29, 2005

Domrs – 29/11/2005

Você acorda. Com o pé direito. E com o esquerdo também, que eu lembre não é necessário retirar um dos pés para despertar. Depois daquela sucessão de rotinas que fazem parte do amanhecer no seu dia-a-dia, vai até o computador para ligá-lo. Outra atividade rotineira, você deve estar dizendo, não é mesmo?

Pois está enganado. Essa máquina não tem nada de rotineira, ela está dotada de alguma coisa chamada “Sisop”, ou Sistema Operacional para os menos íntimos. Você pressiona o botão para fazer a mágica acontecer; alguns estalidos, na tela dizeres desconexos, “capable”, “incapable”, “enable”, “disable”, “capable but disable”; no fim das contas você, desconfiado, não sabe se estão falando alguma coisa da máquina ou de você.

A primeira coisa que aparece é uma tela para login com seu nome, o que, de um lado, lhe dá um certo bem estar, pelo reconhecimento, mas, do outro, aumenta a sua suspeita de que a máquina estava falando mal de você mesmo: Incapable é a mãe! Você coloca aquele “password”, o termo escolhido a dedo, a palavra mágica que abre todas as portas, a sua segurança, digita “a-b-r-e” e um “Enter”.

Mas não entra, a coisa continua f-e-c-h-a-d-a, ou melhor, nada acontece. Clica novamente no “Enter”. Clica novamente no “Enter”. Clica novamente no “Enter”. E nada. Descobre que o cursor não está piscando para você; Merde! (que significa merda em francês) Pelo jeito a coisa travou.

Shit! (que significa merda em inglês) Não tem jeito. Ou só tem um jeito: Resetar (palavra em inglês que significa restaurar, recomeçar) O dia não começou bem, mas como não tem o seu botão de “Reset”… O jeito é recomeçar o computador, apertar o botão do “Reset” do computador.

Alguns estalidos, dizeres, “incapable!”, é a tua mãe!, e uma tela nova: scandisk. Na tela uma advertência: Como você não desligou adequadamente o computador… Mierda! (que significa merda em espanhol!…

Bom Dia!

Novembro 29, 2005
Você acorda. Com o pé direito. E com o esquerdo também, que eu lembre não é necessário retirar um dos pés para despertar. Depois daquela sucessão de rotinas que fazem parte do amanhecer no seu dia-a-dia, vai até o computador para ligá-lo. Outra atividade rotineira, você deve estar dizendo, não é mesmo?

Pois está enganado. Essa máquina não tem nada de rotineira, ela está dotada de alguma coisa chamada “Sisop”, ou Sistema Operacional para os menos íntimos. Você pressiona o botão para fazer a mágica acontecer; alguns estalidos, na tela dizeres desconexos, “capable”, “incapable”, “enable”, “disable”, “capable but disable”; no fim das contas você, desconfiado, não sabe se estão falando alguma coisa da máquina ou de você.

A primeira coisa que aparece é uma tela para login com seu nome, o que, de um lado, lhe dá um certo bem estar, pelo reconhecimento, mas, do outro, aumenta a sua suspeita de que a máquina estava falando mal de você mesmo: Incapable é a mãe! Você coloca aquele “password”, o termo escolhido a dedo, a palavra mágica que abre todas as portas, a sua segurança, digita “a-b-r-e” e um “Enter”.

Mas não entra, a coisa continua f-e-c-h-a-d-a, ou melhor, nada acontece. Clica novamente no “Enter”. Clica novamente no “Enter”. Clica novamente no “Enter”. E nada. Descobre que o cursor não está piscando para você; Merde! (que significa merda em francês) Pelo jeito a coisa travou.

Shit! (que significa merda em inglês) Não tem jeito. Ou só tem um jeito: Resetar (palavra em inglês que significa restaurar, recomeçar) O dia não começou bem, mas como não tem o seu botão de “Reset”… O jeito é recomeçar o computador, apertar o botão do “Reset” do computador.

Alguns estalidos, dizeres, “incapable!”, é a tua mãe!, e uma tela nova: scandisk. Na tela uma advertência: Como você não desligou adequadamente o computador… Mierda! (que significa merda em espanhol!…

Formas de Reescrever a História

Novembro 29, 2005
A coisa funciona mais ou menos assim: Você foi uma das testemunhas de um determinado momento histórico, não ficou sabendo simplesmente “por ouvir dizer”. Como qualquer testemunha, processa os dados de que tem conhecimento e forma um juízo de valor sobre os fatos, faz o seu registro histórico dos fatos.

De repente, você começa a ler que “aquilo que você viveu não foi do jeito que você viveu”, ou seja, você viu, mas parece que, afinal, não viu, ou foi uma ilusão, ou passou alguns anos alcoolizado, porque agora a história que você lê já é outra, está totalmente diferente, a história mudou (?).

A este fenômeno se chama “reescrever a história”. Um distânciamento entre a história fática – como ela foi vivida -, e a “história oficial”, ou a nova versão da história que vai sendo contada e recontada até que se torne a “única história” crível. Tanto maior é a possibilidade de que isso dê certo, quanto maior o grau de envolvimento daqueles que passam a contar esta nova história.

Um dia em continuo nesse assunto…

Cada coisa no seu lugar

Novembro 29, 2005

É a ordem da vida, cada coisa deve estar no seu lugar. Não há melhor lugar para morangos estarem que em companhia do chocolate, por isso o nome desse blog: Morangos No Chocolate.

Blogs Órfãos

Novembro 28, 2005
Uma amiga dizia: acho que tens mais de 50 blogs, não é? Não sei ao certo, mas acho que não chegam a tantos assim. Uma hora vou tentar “reunir toda a tropa”, para ver se consigo descobrir o número exato. A verdade é que, independente de quantos sejam eles, do número deles, qualquer que seja este número, será muito! Serão blogs demais! A culpa é só minha, de ter “olho grande”, é claro.

Quer dizer, nem em todos eu sou o único culpado, por exemplo, neste aqui, o Diga, quem começou foi a minha filha; depois ele foi cruelmente abandonado, e deixado sem pai nem mãe, largado para morrer num canto. Pronto! Fiquei penalizado, logo um blog com um nome tão bonitinho e sugestivo, “Diga”, pronto! O mal (ou o bem?) estava feito, adotei o blog órfão, e mais um…

O problema não é outro senão arrumar assunto para tanto espaço disponível! Normalmente o problema é o contrário, não é mesmo? Pois o meu é esse mesmo, excesso de espaço. Haja realidade, e haja ficção, e haja histórias, e haja criatividade para tantas páginas.

Bolinando

Novembro 27, 2005

Perdas e Ganhos – 27/11/2005

Bolinando
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Oh! Bons augúrios… / Que fazem florescer / Na recôndita candura / Uma espécie de fervor

Essas mãos calientes / No apostólico regaço / Em fugazes passagens / Um alvoroço a provocar

O corpo prostrado / Mente fingida candura / Que os olhos confessam / Gostar e querer mais
———————————-
Domrs – © 2005

Bolinando

Novembro 27, 2005

Bolinando
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Oh! Bons augúrios…
Que fazem florescer
Na recôndita candura
Uma espécie de fervor

Essas mãos calientes
No apostólico regaço
Em fugazes passagens
Um alvoroço a provocar

O corpo prostrado
Mente fingida candura
Que os olhos confessam
Gostar e querer mais
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Domrs – © 2005