Dunga, não o anão, mas o “Capitão do Tetra”, é o novo técnico da seleção nacional, do escrete canarinho. Essa indicação confirma várias suspeitas: que o futebol brasileiro continua sendo dirigido pela “mãe do badanha”, e que a figura de técnico de futebol é muito mais do que menos, decorativa.
Menos nos aspectos técnicos, que ninguém entende mesmo aquela sopa de números, os 3-5-2 ou os 4-4-2, sempre achei que eram 11 contra 11 e pronto! Mais nos aspectos de ter um “paizão” no comando, jogador de futebol é muito dependente da figura paterna e indisciplinado. O paizão serve para puxar as orelhas – com cuidado para não arrancar os brincos! – da turma.
Peço desculpas aos técnicos que ainda “se acham”, creio mesmo que alguns tentam, mas não acredito uma vírgula nessa coisa de técnico de futebol ou presidente da república, não acredito que eles não fazem a menor diferença, no Brasil, bem dito! Bom, para ser justo, talvez os técnicos de futebol ainda façam um pouquinho de diferença…