Quanto a realidade das ruas, isso já é outra coisa. Ouço falar, por exemplo, em acabar com o trabalho infantil, mas não ouço ninguém falar em como resolver o problema da fome, ou da baixa renda familiar – sem falar no desemprego! Proibir por proibir não funciona, a luta pela substência é mais forte.
Para mudar essa imagem que nos associa ao turismo sexual é preciso mudar muita coisa. Exista uma série de produtos e/ou atividades apelativas que merecem o rótulo “à brasileira” no exterior. Só para citar coisas inofensivas: biquina à brasileira, depilação à brasileira, etc.

