Pequeno Poloio. Quem? Eu, ainda pequeno, ainda Poloio. Esse Poloio foi um apelido de infância carinhoso colocado pela minha avó paterna, vó Catarina – guardo eternamente sua imagem radiante, linda -, no segundo filho de uma família de sete irmãos. Três homens e quatro mulheres, ainda bem que a beleza venceu na família! Herdeiro de descendências italiana e portuguêsa, credito a isso um gosto pelas artes e pelas letras. Infelizmente não fiz carreira nessas áreas, onde tenho certeza estaria mais “em casa”.
Ainda acho que o mundo, que a sociedade estratifica as nossas escolhas profissionais, nos obrigando a escolher uma delas ainda muito jovens e depois não temos a suficiente flexibilidade para reajustar o rumo da vida para outra profissão. Quando pretendemos fazê-lo já são excessivos anos trilhados no caminho errado. É quase sempre um caminho sem retorno.
Graduei-me em engenharia mecânica, trabalhei como policial, hoje, aos 54 anos, estou fazendo o que gosto: escrevendo. E isso é um pouco do que sou. Não convém mergulhar muito nessa história, pelo menos aqui e agora, para consumo imediato é informação suficiente. Aos poucos, num post aqui e noutro alí eu irei ampliando essa história.