There was once uppon a time… C’era una volta… Era uma vez, assim se começam contando as histórias infantis, aqui temos o início em inglês, e em italiano. Histórias infantis pressupõem mentes infantes, que acreditam no muno maravilhoso da fantasia, em que entram fadas, princesas, príncipes, reis e reinados. Com o tempo, todos nós, deixamos de dar crédito a essas histórias, crescemos em maturidade, e passamos a acreditar só nos personagens da realidade. Ou deveríamos crescer, deveríamos deixar de dar crédito, porque em muitos casos há uma não tão feliz continuidade na infantilidade na vida adulta.
Assim, cada coisa a seu tempo, se a fantasia é bonita e alimenta os sonhos infantis, fantasia em cabeça de adulto não é uma qualidade apreciável, gera adultos infantis, adultos que continuam acreditando em magos e magias mesmo depois de crescidos. E essa parece ser um pouco da nossa realidade. Como posso explicar certas pesquisas de opinião e seus resultados que, contrariando toda a realidade fática do país, apresentam resultados só admissíveis no mundo da fantasia?
Mentes infantis, só posso conceber a existência desse mundo irreal e de sonho em mentes ainda não totalmente formadas, mentes infantis em corpos de adultos, gerando figuras anômalas, fora da realidade desse mundo. Como dizem hoje em dia: gente que está fora da casinha…