Arquivo da categoria ‘Funcionamento’

Quem pode me ajudar?

Abril 20, 2007

Como funciona? Você diz o que precisa. Alguém que pode ajudar lhe diz como. Simples assim!

Huuh?

Dezembro 20, 2006

- Mim minzinho, tu tuzinha, nós tico-tico-no-fubá na caverna?
- Eu minzinha, tu tuzinho, nós não tico-tico-no-fubá na caverna.
- Mim minzinho, tu tuzinha, eu dar tacape na tua cabeça e nós tico-tico-no-fubá na caverna?
- Eu minzinha, tu tuzinho bobinho, eu contar tua mãe tu usar tacape e abusar di minzinha.
- Eu minzinho, dar colar osso bonito, tu tuzinha dar pra mim na caverna?
- Eu minzinha, primeiro ver colar, depois pensar dar pra tuzinho.
- Eu minzinho, querer primeiro ganhar pra depois dar colar.
- Eu minzinha, sem colar essa coversa não colar.

Segredos…

Agosto 7, 2006

Se você quer ter um blog de sucesso faça tudo o que eu não faço aqui:
1. atualize sempre! e mantenha uma freqüência – diária, semanal, quinzenal, etc;
2. se o seu blog é temático: faça o lógico, mantenha dentro do tema;
3. mantenha uma linguagem de bom nível, evite rebuscamentos;
4. se você quer que alguém venha até a na sua casa: primeiro visite.

O império Google

Fevereiro 4, 2006

Estiveram em visita ao Brasil os jovens – são ainda jovens? – que fundaram o gigante da internete Google. Na verdade eles fizeram mais do que isso, fosse o segredo só fundar uma empresa e o sucesso seria fácil. Por detrás do sucesso da dupla está o trabalho para descobrir o algorítmo que possibilitou a transformação do Google num sucesso da internete.

Algorítmo? Numa linguagem leiga é uma receita de bolo para a realização de uma tarefa. O que é preciso para somar dois números A e B? Que se pegue o valor de A, some ao valor de B, se obtendo S que é a soma dos dois. Eu não estudei os algorítmos do Google, mas faço uma idéia de qual seja a chave do sucesso. Enquanto os outros mecanismos de busca aguardavam que o usuário digitasse todo o termo para a sua pesquisa, enquanto aguardavam pelo “enter” do usuário, o Google já ia correndo na frente.

Quando o usuário teclava, por exemplo, um “A”, o sistema já dirigia a consulta para a letra A, e assim sucessivamente, de modo que quando o usuário terminava de teclar, o sistema praticamente já possuía a resposta desejada. Isso representava rapidez, uma das chaves para o sucesso de qualquer coisa hoje em dia; ninguém gosta ou pode perder tempo.

Além disso os jovens senhores são visionários e empreendedores. A internete registra o passado no Orkut; registra o presente no Blogger; o futuro pode ser buscado no próprio Google; comunicações estão no email do gmail – com 2,5 gigabytes; todas essas organizações pertencem ao grupo Google.

Pois aí está, com um faturamento bruto de 6,5 bilhões de dólares no ano passado – 2,5 bilhões líquidos – esbanjando saúde e prosperidade este novo império, o Google, e seus dois imperadores, o russo Sergey Brin e o americano Larry Page.

Coisas Perigosas!

Janeiro 23, 2006

Diariamente todos procuram desempenhar as suas profissões com dedicação e profissionalismo. Todos querem fazer o que é certo, no íntimo querem acertar. Muitos, além desse querer que caracteriza os demais, precisam, devem acertar, simplesmente não podem errar, não tem o direito a um erro sequer. Mas errar é humano, não é isso o que todo mundo diz?

Onde está a margem de erro do piloto de avião? Ele sabe que precisa acertar todas as decolagens, todos os seus pousos, todas as rotas. O seu erro todos conhecem como normalmente termina: em um desastre aeronáutico. E um cirurgião? Ele precisa acertar todas as suas operações, precisa manejar com precisão absoluta o seu bisturi. O seu erro? Muitas vezes vai estar na “causa mortis” do de cujus: erro médico.

E os policiais? Onde entram nessa história? Há pouco aqui no Rio Grande do Sul, na operação para prender um bandido foragido, foi alvejado e morto um menino de três anos de idade. Motivo? Erro na operação policial, as coisas não saíram exatamente conforme o planejado. O policial precisa da mesma precisão do piloto, da mesma perícia do médico, mas tem que fazer isso com o seu salário de policial, com o treinamento de policial, com a instrução de um policial. E ai é que está o problema!

Não há como unir as três coisas. Com salário de policial näo dá para pagar precisão de piloto ou perícia de cirurgião. Se você duvida disso, tente convencer um médico ou um piloto a trabalhar com o salário de um policial, será que você consegue? Pois é, não há condições, então, infelizmente, mal comparando, entregar a sua segurança a um desses policiais, com salário de policial, será como ser “operado por um enfermeiro”, ou “ter o seu avião pilotado por um motorista de ônibus”.

Isso é viver perigosamente, não é mesmo?