Por essas e por outras é que não acredito nesses discursos inflamados, sejam da situação, sejam da oposição. Comissões parlamentares de inquérito? Não acreditem! Não passam de jogo de cena, pantomina!
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Andar, andar…
Fevereiro 27, 2008A Taça Transbordou!
Fevereiro 18, 2008Saber esperar, ter paciência é uma virtude desejável. Não sei dizer se sou o que se poderia chamar de um indivíduo paciente, acho que sim, ao menos no nível mínimo necessário a sobrevivência. Tenho esperado, esperei, pacientemente, por mudanças nesse país. Seja sob a perspectiva de um “país do futuro”, seja pelos novos ares que nos trariam a democracia, depois dos escuros anos da ditadura.
Passados quase trinta anos da redemocratização do pa;is, constato que continuamos cometendo os mesmos erros, a corrupção continua grassando, perdemos a liberdade, não por um ato de arbítrio, mas, ao contrário, pela frouxidão das nossas leis, pela covardia ante o crime. A educação não se impôs, a melhor divisão da renda não passa de um programa assistencialista e sem futuro, continua a briga no campo, aumentou a violência nas cidades.
Não há nada a comemorar.
Agora vaí!
Fevereiro 15, 2008a) Em breve, não se verá, não se ovirá e não falará mais nado sobre o assunto.
b) Será indiciado um porteiro de um posto do INSS de Planaltina, por ter usado o cartão sem autorização na aquisição de cinco rolos de papel higiênico e um pedaço de sabão.
c) Serão punidos os funcionários que divulgaram na internete a sacan…, quer dizer, as informações sobre os cartões.
d) Todas as respostas acima.
e) Heimmmm?
Se é questão de querer…
Fevereiro 15, 2008Aos que defendem o novo sistema, com a alegação de que a questão é retirar vagas de uma “elite branca” em prol dos excluídos da raça negra, eu pergunto: no atual sistema, de avaliação por mérito, aonde ficaria situada no quadro de classificação essa “elite branca”?
Se realmente vale o argumento de que, por cursarem melhores colégios e cursos preparatórios, e, por conseqüência, ocuparem o topo da tabela, deduz-se de quem perderá as vagas para os cotistas não será essa elite, mas um grupo de esforçados das classes mais baixas.
Cai por terra, portanto, esse argumento de que só a “elite branca” é que perderá alguma coisa com as cotas raciais. Se o mecanismo continua válido? Isso já é outra história; entendo que mais justo seria a adoção de cotas sociais.
Os mais iguais
Fevereiro 9, 2008Enquanto são duros, inflexíveis até, na negociação com os funcionários públicos, para si, mantém um salário de fachada enquanto engordam o orçamento com participações nos conselhos de administração das empresas estatais. Os funcionários públicos não necessitam de reajustes, enquanto seus salários chegam a triplicar.
Como é bom fazer e ditar política para os outros!!
Deixa que eu chuto
Fevereiro 8, 2008Ou o governo acredita que a população irá dar crédito a uma comissão formada por situacionistas? Santa inocência, Batman!
(De)Igualdades
Fevereiro 7, 2008Não há como se pretender que alunos oriundos de escolas com níveis diferentes de ensino básico, a excelência do ensino privado comparada a catástrofe em que se encontra o ensino público, possam competir em igualdade por vagas universitárias. Ao contrário do que defendem alguns, este não é um problema racial, mas social.
Aos que defendem a tese das cotas raciais, argüindo a pouca quantidade de alunos negros no ensino superior, as cotas sociais atendem a demanda pela simples constatação de que os negros também são maioria quando o critério é social.
Seja qual for o critério adotado sempre será um paliativo, o problema só sera resolvido quando a educação deixar de ser palavra na boca de políticos e governantes e se tornar uma realidade para todos.
Emtraves do Regime
Fevereiro 6, 2008A edição de medidas provisórias cria o efeito semelhante ao “cão que tenta morder seu próprio rabo”: o legislativo não pode legislar, pois precisa aprovar – ou rejeitar – as medidas provisórias no prazo previsto em lei – 30 dias. Como o legislativo não legisla, o executivo edita mais medidas provisórias para pode governar, que por sua vez…
Nosso país teve duas experiências parlamentaristas; uma no período imperial, e outra no governo de João Goularte, que convocou o plebiscito de 1963, no qual o povo optou pelo retorno ao sistema presidencialista – e acho que mesmo sem saber ao certo o que estava rejeitando no parlamentarismo.
A verdade é que continuamos com esse sistema presidencialista cheio de anomalias.