Assumiu, seguindo a linhagem sucessiva dos Castro, Raul como o novo ditador da Ilha de Cuba. E assumiu prometendo reformas para não mudar nada. Significa que as reformas a serem implantadas não passam de perfumarias, numa terra onde muitos reclamam por profundas reformas sociais e econômicas.
Os erros, segundo a corrente de pensamento divergente que assim os vê, estão na raiz do sistema adotado, não são passíveis de serem corrigidos com medidas paliativas. Eu só defendo que o povo da ilha possa decidir livremente sobre o seu destino; inclusive sobre a possibilidade de que os insatisfeitos tenham o direito de “abandonar o paraíso”.
É uma questão da livre determinação dos povos, pilar da democracia e que atualmente inexiste na ilha do pensamento único
